As palestras de integração são ideais para quem deseja incentivar o trabalho em equipe, tornando os times mais conectados entre si.
Para isso, unimos seu briefing a nossas técnicas, montando uma
palestra descontraída, informativa e motivadora. Dessa forma,
estimulamos o público a interagir uns com os outros, fortalecendo seus laços.
Guto Zafalon
Palestrante, consultor, animador socio cultural
Desenvolvimento Humano em empresas
www.gutozafalon.com
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Palestra customizada para atender melhor nossos clientes
Palestra otimizada para atender diversos públicos.
Palestra com Guto Zafalon foco no Desenvolvimento Humano das empresas.
www.gutozafalon.com
Palestra com Guto Zafalon foco no Desenvolvimento Humano das empresas.
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Braves Abril 2016 - Guto Zafalon - Apresentador e animador sócio cultural
Guto Zafalon Braves 2016
edição do Desafio Braves Mud Race
corrida de aventura na lama - neste sábado (2).
De acordo com a organização, o evento registrou recorde de inscritos em 2016, com 2,7 mil participantes divididos em três categorias.
Entre os obstáculos, escalada com cordas, rastejo no escuro, tobogã gigante, piscina de gelo e muita lama. Na categoria Elite, foram 10 quilômetros de prova e aproximadamente 55 obstáculos.O vencedor foi Leonardo Meira, que completou o percurso em 51min54.
Ele é pentacampeão do desafio e bateu o recorde de tempo dessa categoria. O percurso é modificado todos os anos.
As outras duas categorias foram For Fun – seis quilômetros com aproximadamente 45 obstáculos – e Desafio Brave Kids, com 10 obstáculos e um quilômetro de prova, da qual participaram crianças de 5 a 13 anos.
Guto Zafalon - Animador Sócio Cultural do Braves 2016
Desenvolvimento Humano
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Home Office: bom para a empresa e para o funcionário
A forma de trabalho muda através dos
tempos.
Até poucos anos, a produção em grupos era considerada o modelo
mais moderno.
Não é mais. A evolução dos meios de comunicação, da
telefonia e da Internet propiciou um crescimento exponencial dos
trabalhos remotos.
Trabalha-se para qualquer empresa do mundo, estando
em qualquer país e em qualquer lugar. Muitas vezes, em home office, o
escritório em casa.
Segundo dados divulgados pela Sociedade
Brasileira de Teletrabalho e Teleatividade e publicados em uma
reportagem do jornal O Estado de São Paulo em 2015, estima-se que 32,5%
da população economicamente ativa atue em home office, sendo 12 milhões
de brasileiros.
Não estamos falando apenas de
empreendedores ou profissionais liberais, mais lembrados quando pensamos
no trabalho em home office. Muitas empresas estão percebendo as
vantagens de manter funcionários remotamente. Os cargos de vendedores e
representantes comerciais são os que naturalmente se prestam a esse
modelo, mas a cada dia surgem novas possibilidades. Por exemplo, tenho
um sobrinho que trabalha em Curitiba para uma empresa cuja matriz fica
em Atlanta, nos Estados Unidos. A supervisão é feita totalmente on
line. Em uma grande multinacional norte-americana, hoje 2/3 dos
funcionários estão fora dos escritórios.
Para a empresa, isso representa uma
economia considerável de infraestrutura, equipamento e mobiliário. E se o
funcionário tiver o perfil e o incentivos corretos, o rendimento pode
ser o mesmo ou até maior.
Quem trabalha em home office tem a seu
favor a flexibilidade de tempo; a possibilidade de conciliar o trabalho
com a vida familiar e social. Porém, as pessoas precisam ter um
determinado perfil para trabalharem sozinhas. Serem mais autônomas, com
alta resiliência e capacidade de administrar tarefas. Mesmo sendo o
trabalho em casa, não quer dizer que mereça menos atenção ou esforço.
Nada de trabalhar de pijama. É preciso manter um certo ritual para
diferenciar as atividades domésticas das empresariais.
Antes de aceitar um trabalho em home
office, o profissional deve se perguntar se tem o perfil para trabalhar
sozinho.
Do mesmo modo, compete à empresa identificar as características
do funcionário para não perder produtividade.
Guto Zafalon
Palestrante, Consultor, motivador e Animador sócio Cultural
Desenvolvimento Humano em Empresas
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quarta-feira, 2 de março de 2016
Palestra Show com Guto Zafalon - Desenvolvimento Humano em empresas
Investir no seu Capital Humano gera resultados surpreendentes
Treinamento, Palestra, Atitude Positiva Gera resultados surpreendentes.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Reunião é promovida com agentes de Desenvolvimento Humano do Norte e Noroeste
Desenvolvimento HUMANO
O Sescoop/PR reuniu 33 agentes de Desenvolvimento Humano (DH) das
regiões Norte e Noroeste, nesta terça-feira (23/02), na sede do Sicoob
Central Unicoob, em Maringá, para tratar de assuntos relativos às
atividades ligadas à Gerência de Desenvolvimento Humano. As atividades
foram conduzidas pelos analistas de DH do Sescoop/PR, Ketlyn Zipperer
Mali e Marcelo Martins, com o apoio dos analistas de Desenvolvimento e Autogestão, Carlos Eduardo Nunes e Jessé Rodrigues.
Cooperativas - No encontro, havia representantes das cooperativas
Coagru, Coamo, Cocamar, Cocari, Confepar, Coopcana, Copagra,
Credialiança, Integrada, Nova Produtiva, Sicoob Central Unicoob,
Unicampo, Unimed Londrina, Unimed Regional Maringá, Uniprime e Unitá.
Dia C - Os analistas do Sescoop/PR aproveitaram a oportunidade para realizar o lançamento do Dia C 2016.
“Foram apresentados os resultados das ações realizadas pelas cooperativas da região no ano passado, buscando estimular o desenvolvimento de ações contínuas e práticas de voluntariado por um maior número de cooperativas”, informou a analista Ketlyn Zipperer Mali.
Guto Zafalon - Desenvolvimento Humano em Empresas
Dia C - Os analistas do Sescoop/PR aproveitaram a oportunidade para realizar o lançamento do Dia C 2016.
“Foram apresentados os resultados das ações realizadas pelas cooperativas da região no ano passado, buscando estimular o desenvolvimento de ações contínuas e práticas de voluntariado por um maior número de cooperativas”, informou a analista Ketlyn Zipperer Mali.
Guto Zafalon - Desenvolvimento Humano em Empresas
Ações que geram resultados
Guto Zafalon - Palestrante animador sócio Cultural -
Desenvolvimento HUMANO em empresas]
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Crise, e dai?
Se não houver vento, Reme...
Se não tiver o remo, use as mãos, mas não pare.
Se não tiver o remo, use as mãos, mas não pare.
Remar não significa só fazer, movimentar os braços, mas saber para onde ir e o porque de ir.
Estamos vivendo um ano diferente de outros, mas não é surpresa nada
disto. Sabíamos que a demanda reprimida, facilidade de crédito e
infelizmente muitos atendedores ao invés de profissionais de vendas.
As grandes crises pelas quais passou a humanidade deram aos
habitantes da Terra experiência suficiente para perceber que o mundo é
rico em oportunidades e ameaças e que está em nossas mãos o poder de
mudar, de fazer acontecer, de criar diferenciais capazes de transformar
situações adversas em grandes oportunidades.
Um retrospecto dos últimos 300 anos, para não irmos muito longe,
mostra que nós, seres humanos, fomos protagonistas de momentos
históricos que alteraram o rumo das coisas, que impuseram uma nova ordem
econômica, social e política a grande parte da humanidade. Aqueles que
não viveram intensamente estes momentos, com certeza foram influenciados
por eles.
Durante a segunda guerra mundial, a fábrica da Coca-Cola na Alemanha
deixou de receber o xarope para fazer o refrigerante. Teve que se virar
com o que tinha à mão. Foi criada a Fanta, que depois conquistou o
mundo.
No período da grande depressão, no início dos anos 30, um vendedor de
Nova York não conseguia vender suas enciclopédias, decidiu então
oferecer um perfume como brinde. Fez tanto sucesso que ele decidiu
largar as enciclopédias e vender só perfume. Foi assim que surgiu a
Avon.
No começo do século do século XX uma pequena fábrica de motores de
avião juntou-se com uma outra que produzia pequenos aeroplanos dando
origem a Bayersiche Motoren Werke – Fábrica de Motores da Baviera – ou
BMW. Por ocasião do término da primeira guerra mundial foi firmado o
Tratado de Versalhes entre a Alemanha e as potências aliadas. O
documento impunha duras restrições à nação derrotada e a proibição da
BMW continuar fazendo motores de avião. A empresa passou a produzir
freios de ar comprimido para trens, sendo que o seu primeiro carro foi
fabricado somente em 1928.
As situações adversas na economia são chamadas de recessões. São
cíclicas, dizem alguns economistas, mas o fato é que se analisarmos a
história recente da humanidade pode-se constatar que o lugar ocupado
hoje pelos Estados Unidos, como a maior potência global, era
desempenhado séculos atrás pela Inglaterra, e antes ainda, pela
supremacia das potências navais da Península Ibérica. Os Estados Unidos
são atualmente o que Roma (Império Romano) significava há pouco mais de
2000 anos.
A perpetuação de qualquer organização pode ser mensurada pela
capacidade de seus executivos em vislumbrar os acontecimentos à sua
volta e transformá-los em verdadeiros aliados para seu negócio.
Em 1908 a Olivetti foi fundada e fabricava equipamentos mecânicos
para escritórios. Há pouco mais de 20 anos atrás , depois de profundas
evoluções, através de décadas, a empresa atuava nos segmentos de
tecnologia de informação, serviços e telecomunicações. E hoje? Qual o
valor de sua marca ? Já imaginaram um computador com a marca Olivetti ?
Smarthphones ? Pois é, não existem.
A GM gastou 30 bilhões de dólares ao longo de sua existência para
descobrir que o que realmente importava não era tecnologia e sim
informação. O grande desafio das corporações no novo milênio vai ser
administrar eficazmente essas informações, entendendo as preferências do
cliente e criando formas de reter esses clientes em mercados cada vez
mais maduros.
Tecnologia não é diferencial, qualidade não é diferencial. São
condições essenciais para sobreviver, para estar no jogo. Para se tornar
competitivo é preciso muito mais.
Na década de 90, a globalização acaba com os limites do mercado
financeiro. No final de 1994, o peso mexicano é desvalorizado. Os
americanos, com 70 bilhões de dólares aplicados no México, ficam no
prejuízo. Na América Latina as bolsas despencam e a estabilização da
economia brasileira fica sob suspeita.
O mercado financeiro mundial entra em pânico em outubro de 1997,
quando a bolsa de Hong Kong cai 1211 pontos em um só dia e derruba a
bolsa de Nova York em 554 pontos, lembrando o crash de 1929.
Em agosto de 1998, a Rússia declara moratória por 90 dias e o rublo
se desvaloriza em 20%. No mesmo mês o Brasil perde 11 bilhões de dólares
em reservas e o valor dos títulos da dívida brasileira despenca.
Foi neste cenário que em 1992 a Microsoft tornou-se a empresa que mais crescia e lucrava nos Estados Unidos.
Em um dos maiores erros de estratégia já vistos, a IBM abdicou do controle dos programas de seus computadores pessoais para um garoto de Seattle chamado Bill Gates.
Os consumidores, seduzidos, fizeram o que a empresa julgava impossível: abriram mão de suas máquinas em favor de equipamentos mais flexíveis. Seis anos depois, a IBM dava a volta por cima, depois de amargar o maior prejuízo da história dos negócios – 11 bilhões de dólares – Lou Gerstner fez o impensável: transformou uma vendedora de máquinas em uma vendedora de serviços.
Em um dos maiores erros de estratégia já vistos, a IBM abdicou do controle dos programas de seus computadores pessoais para um garoto de Seattle chamado Bill Gates.
Os consumidores, seduzidos, fizeram o que a empresa julgava impossível: abriram mão de suas máquinas em favor de equipamentos mais flexíveis. Seis anos depois, a IBM dava a volta por cima, depois de amargar o maior prejuízo da história dos negócios – 11 bilhões de dólares – Lou Gerstner fez o impensável: transformou uma vendedora de máquinas em uma vendedora de serviços.
Em 1995, em meio a uma das inúmeras crises do setor de aviação,
enquanto todas as companhias aéreas brasileiras amargavam dívidas e
prejuízos a TAM ganhava dinheiro, pois o comandante Rolim, dono da
empresa, colhia os méritos de ter sido o primeiro empresário brasileiro a
enxergar o potencial dos vôos regionais. Hoje, o controle acionário é
Chileno da empresa LAN. Nasceu com isso a LATAN.
Em 1995, 70% dos negócios de fusão e aquisição no Brasil envolveram capital estrangeiro.
Foi neste cenário em 1992 que tem início a Era das Privatizações. O
governo federal possuía 422 empresas, bancos e entidades com um déficit
público de aproximadamente 85 bilhões de reais atuais.
Em meio a toda essa instabilidade, o mercado das telecomunicações foi
aberto no país, precisando crescer desesperadamente, com bilhões de
dólares em investimentos em tecnologia, infra estrutura e serviços para
tornar-se competitivo.
Várias empresas foram atraídas pela expectativa de privatização das
27 concessionárias que faziam parte do Sistema Telebrás. Na segunda
maior privatização do mundo, as empresas do Sistema Telebrás foram
vendidas por 22 bilhões de dólares.
Foi neste cenário que a Telerj iniciava a implantação de telefonia
móvel no Rio de Janeiro. A assinatura do serviço foi lançada por 22.000
dólares. O aparelho chegou a ser vendido por 5000 dólares. (as vendas
não deslancharam)
Foi neste cenário que a estatal Telesp Celular conquistou 1 milhão de
clientes de 1993 (início das operações) até 1997 e vendia em agosto de
1993 celulares por 1500 dólares.
Foi neste cenário que em julho de 1997 a BCP trouxe para a cidade de
São Paulo a tecnologia celular digital; que posteriormente foi adquirido
pela Claro
1998 foi um marco decisivo na marcha da globalização. A busca de
competitividade e sobrevivência num mercado sem fronteiras uniu empresas
como Daimler e Chrysler, Citicorp e Travelers, Exxon e Mobil, AOL e
Time Warner.
Quem poderia imaginar que a partir de 1999 uma das maiores cervejaria
do mundo seria brasileira. O nascimento da AMBEV representou um marco
na história corporativa do país. Hoje IMBEV
Em 2001 a Fiat desbancou a Volkswagen da liderança do mercado
brasileiro de automóveis depois de mais de 40 anos de reinado absoluto e
corre o risco de quebrar ou de ser engolida pela GM , e essa liderança
continua forte. E hoje é a dona da Chrysler, Jeep, inclusive.
Se analisarmos mais a fundo as intempéries do cenário brasileiro,
pode-se constatar que as empresas viveram mais momentos de incertezas do
que situações favoráveis. Desde 1981 os brasileiros conviveram com:
5 congelamentos de preços
5 moedas com corte de 12 zeros
11 índices oficiais para media a inflação
11 programas de estabilização
16 políticas salariais
18 políticas cambiais
24 propostas de renegociação da dívida externa
25 determinações para corte de gastos
54 controles de preços
Em 164 anos, de 1829 a setembro de 1983 o inflação foi de:
9.018.006.445.190.841.344% – nove quinquilhões , depois disso parei de computar, até porque o numero acima já é impronunciável.
O mercado é realmente para gente grande, gente que acredita no
potencial de seus colaboradores, no diferencial de seus pacotes de valor
e principalmente na capacidade de se reinventar todo dia, de criar
novas oportunidades e de saber transformar ameaças em grandes
conquistas. A nova economia exigira acreditar em planejamento,
desenvolver controles, ser muito eficiente na contratação, treinar,
desenvolver continuamente. Afinal durante um bom tempo teremos mais
empresas vendendo e menos pessoas comprando fazendo com que tenhamos que
acertar a mosca e não mais o alvo.
Quer saber? Agora veremos empresas fecharem, serem vendidas ou se alinharem. Veremos profissionais se preparando para competir pelas melhores vagas.
Veremos empresas aumentando substancialmente sua preocupação e claro, suas estratégias para identificar reais prospects, conquistar clientes e o mais difícil, mante-los comprando, felizes, sendo bem atendidos Neste novo mercado não haverá concessões e o desenvolvimento de novas tecnologias apresentam um quadro novo para os executivos , que precisam não só lidar com informações, mas produzir formas cada vez mais eficazes de administrar essas informações e gerar valor para toda a cadeia.
Quer saber? Agora veremos empresas fecharem, serem vendidas ou se alinharem. Veremos profissionais se preparando para competir pelas melhores vagas.
Veremos empresas aumentando substancialmente sua preocupação e claro, suas estratégias para identificar reais prospects, conquistar clientes e o mais difícil, mante-los comprando, felizes, sendo bem atendidos Neste novo mercado não haverá concessões e o desenvolvimento de novas tecnologias apresentam um quadro novo para os executivos , que precisam não só lidar com informações, mas produzir formas cada vez mais eficazes de administrar essas informações e gerar valor para toda a cadeia.
Nesta fase da leitura, fica muito claro, para você leitor, que o
mundo vem passando por ciclos de transição corporativa, onde assistimos
as mais diversas formas de alianças estratégicas jamais pensadas na
literatura acadêmica ,até bem pouco tempo atrás. E estou certo, que isto
você já sabia.
Empresas antes concorrentes, alinham suas forças, visando a
sobrevivência futura dos seus negócios. O mercado transformou-se num
espaço geográfico sem limites, a segmentação elaborada pelas empresas
leva em conta, hoje em dia, o globo terrestre e não mais uma região ou
cidade específica de um país.
O pensar globalmente tornou-se essencial dentro de organizações em
busca de competitividade, na medida em que a montagem de um planejamento
estratégico eficaz transforma-se em um forte diferencial, agregando
valor as organizações e possibilitando assim, perpetuar os negócios ao
longo do tempo. E descobre-se que o planejamento estratégico é uma obra
inacabada, uma corrida sem linha de chegada, tem começo, meio mas não
tem fim. É continuo e evolutivo, tal qual a o mercado, tal qual a vida.
É neste contexto, altamente dinâmico e feroz, que assistimos
determinadas empresas relevar as suas áreas comerciais a meros
coadjuvantes deste processo, aplicando o antigo esteriótipo do vendedor
tirador de pedidos.
Urgentemente precisamos encontrar empresários conscientes da importância da área comercial dentro de uma organização.
Gasta-se milhões de dólares em desenvolvimento e lançamento de novos produtos, em palestras motivacionais, divertidas mas sem uma aplicação direta ao negocio ou ao aumento de competitividade.
E na semana seguinte este profissional esta lá fazendo tudo igual, sem ter absorvido um valor residual para aplicar, e vemos entretanto a apresentação do produto pelo vendedor não leva mais do que 5 minutos.
Falta conhecimento, falta preparo, falta vontade.
A explicação de um conceito que consumiu montanhas de recursos
financeiros, humanos e técnicos não é levada à sério pela cúpula da
empresa.
Vendedores, consultores de negócios, gerentes de relacionamento, seja
lá a tipificação que se queira atribuir, são o espelho da empresa no
mercado. Dotá-los de condições a gerar competitividade, capacitando-os e
sobretudo.
É hora de mudar.
O professor e Palestrante Guto Zafalon é especialista em Desenvolvimento Humano em Empresas.
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